Você já matou orquídeas e acha que “não leva jeito” pra plantas.
Suas orquídeas ficam verdes, verdes… e nada de flor.
Você tem medo de regar demais e matar, ou de regar de menos e deixar secar.
Você já leu dicas soltas na internet, mas cada um fala uma coisa diferente.
Mora no Brasil, com calor, umidade, variação de temperatura, e sente que as
dicas “estrangeiras” não funcionam pra você.
Em outubro de 2010, no meu aniversário de 50 anos, ganhei uma Phalaenopsis
roxa. Sabe o que eu pensei? ‘Pronto. Mais uma que vou matar em três meses.'”
Meu nome é Clara Monteiro. Eu não nasci com o dom. Na verdade, eu já tinha conseguido matar até uma espada-de-são-jorge!
Eu regava demais, colocava no sol errado e via minhas plantas virarem “alface”: verdes, mas sem nenhuma flor. A frustração era enorme.
Meu marido, Paulo, balançava a cabeça e dizia: “Clara, deixa a planta em paz”. Mas aquela orquídea roxa sobreviveu aos meus erros.
E quando ela floresceu de novo, eu entendi: não é sobre ter “mão boa”. É sobre ter o MÉTODO CERTO para o lugar onde vivemos.
A maioria dos livros que comprei eram traduzidos da Europa, feitos para climas frios.
Aqui no Brasil, o jogo é outro. Hoje, tenho 127 orquídeas na minha varanda em Campinas.
Escrevi este livro para ser o atalho que eu gostaria de ter tido lá em 2010 sem termos em latim, sem frescura e focado exclusivamente no nosso clima tropical.
Testou o que funciona e o que NÃO funciona no clima brasileiro do sul úmido ao calorão do nordeste.
Hoje, Clara:
Cuida de dezenas de orquídeas de diferentes gêneros,
🌸 Consegue floração recorrente ao longo do ano,
🌸 E reuniu tudo o que aprendeu em um passo a passo que ela mesma gostaria de ter
recebido no começo, para não ter matado tantas plantas.